Hang Drum

02 de setembro de 2011, por Adriana Pivatti

Dedos ágeis, polegares, mãos leves e muita sensibilidade. Esse é o jeito de tocar o Hang Drum.

Criado em 2000 e lançado em 2001 numa feira na Alemanha, esse recente instrumento de percussão vem invadindo a música atual e encantando aos ouvidos de quem toca e ouve as notas mágicas que ressoam.

Após muita pesquisa num prato de bateria de ferro (Pan) e outros instrumentos de percussão ressonantes, os suiços Félix Rohner e Sabina Scharer chegaram a essa "bateria de mão".

Ele é composto por dois hemisférios de ferro colados, o Ding Side e o Gu side. O lado Ding tem 8 campos de tons  que juntos formam um "circulo de tom", nele envolve uma cúpula central, chamado de Ding (que soa como um gongo). O Lado GU há um buraco do tamanho da mão que pode ser tocado como um Udu (instrumento africano), ou usado para modular o som do lado Ding.

Aqui no Brasil ainda é pouco conhecido.

Phelipe Agnelli (27), baterista há 12 anos, certa vez estava vendo alguns vídeos na internet sobre bateria e percussão, quando surgiu no canto direito uma dica para ver Davide Swarupe tocando um instrumento, até o momento, desconhecido. Ele repetiu várias vezes o vídeo e pesquisou sobre aquela espécie de caixa acústica de metal, que era feita artesanalmente.

Após uma espera de 3 anos, Phelipe conseguiu seu Hang Drum em 2009. Com vídeos ele foi aprendendo e hoje integra um projeto chamado DRUMPOI, formado na Inglaterra no mesmo ano, que mistura sua técnica no Hang e a performance dos malabares de Joyce Betoni.

A dupla fará duas apresentações em Setembro:
Dia 8 no Teatro Glória Rocha, em Jundiaí
Dia 10 no Teatro de Valinhos.

Mais informações: www.drumpoi.com

Veja um vídeo da perfeita harmonia de dois "hang drummers".


Veja também: Notícias recentes | Pesquisar notícias | Todas as notícias