Música para ler: já imaginou um solo de beteria para acompanhar as aventuras de um livro?

28 de fevereiro de 2013, por Editorial
As trilhas sonoras são sempre objetos de desejo. Vão-se os filmes, ficam as canções. Estas, por sua vez, são reproduzidas nos anos seguintes e incitam os futuros espectadores a descobrirem a obra. Muitas trilhas sonoras se destacaram pelo apelo emocional e, com isso, ganharam vida própria. Mas será que a trilha sonora poderia ir além dos filmes?

A Editora Évora tem projetos que mostram que sim. “A forma de fazer negócios muda completamente a relação com o público e gera uma série de oportunidades. Gera uma participação maior das pessoas no cotidiano da Editora ou da repercussão quase imediata de tudo o que fazemos”, diz Henrique Farinha, CEO empresa.

A editora colocou no mercado o livro “Apocalipse Zumbi”, de Alexandre Callari, cuja trilha sonora foi composta e produzida pelo autor, com músicas que contam sobre as personagens, dando ainda mais vida a todo o conteúdo do livro. Depois veio “Sábado à noite”, de Babi Dewet. A autora compôs cinco músicas especiais inspiradas no romance e na vida teen, além de fazer referência à vários diálogos de sua obra. Recentemente a Editora lançou “A Página Perdida de Camões”, de Luciano Milici. O autor escreveu sete músicas que agradam até mesmo quem não leu o livro. As canções misturam enigmas, mistérios da obra e trechos de poemas de Camões aos seus versos. Os livros contam, ainda, com booktrailers.

O Batera quer saber, que levadas você colocaria para tocar em uma boa história? 
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