O Estudo do Erro

Adalberto Brajatschek (Magoo)
- 3min de leitura

O Estudo do Erro

Todos conhecem muito bem a frase: “errar é humano”. Mas como seres humanos, estamos numa busca do entendimento e aperfeiçoamento de nossas faculdades e habilidades. Errar é preciso, mas também é preciso examinar os erros e aprender com eles.

Vamos dizer que o erro deriva de três pontos fundamentais:

• A falta de conhecimento da informação correta;

• A falta de preparo do corpo para executar a informação;

• A falta de concentração.

A falta de conhecimento da informação correta pode causar o erro, uma vez que os membros estarão recebendo uma informação imprecisa ou equivocada. Precisamos lembrar que tudo o que existe se inicia no cérebro em forma de ideia. Esta ideia deve ser a mais clara possível para que possa ser transmitida com facilidade para os membros. Este ponto se aplica muito bem à leitura musical. Devemos conhecer os ‘clichês visuais’ e não ‘adivinhar’ a leitura.

De nada adianta a clareza de informação se houver uma falta de preparo do corpo para executar esta informação. É importante pensarmos em todos os aspectos da parte física, como velocidade, resistência, coordenação, ambidestria, articulação, dinâmica, etc. A informação é o ‘software’ e o corpo é o ‘hardware’, a ferramenta que vai executar as ideias. Quanto mais apurada esta ferramenta, melhores serão os resultados.

Uma vez dominados os dois pontos anteriores, é preciso ter um domínio sobre a concentração. Ter um foco no momento presente é indispensável para evitar os erros. Na verdade, o fazer musical está realmente presente neste ponto. É na hora do play que nos entregamos e conversamos com a música. Todos os aspectos citados anteriormente são somente uma preparação.

Agora, toda vez que for estudar verifique se você compreendeu a proposta do exercício, preste atenção aos movimentos e desenvolvimento do seu corpo e foque no momento presente.

Comente este artigo e compartilhe suas experiências para que todos possamos aprender mais!

Um abraço e até a próxima!

Nota: Artigo originalmente postado em 14 de abril de 2014.